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Arquivo da Categoria ‘Apresentações’

[fisl11] Sala de recepção dos palestrantes

25, julho, 2010

O site do fisl11 trouxe várias notícias durante o evento.

Estava dando uma olhada nessas notícias e encontrei uma foto minha na sala de recepção dos palestrantes, onde conversei com um rapaz que trabalhava na comunicação do evento sobre minha apresentação.

Foto retirada do site do fisl11

Foto retirada do site do fisl11

Veja um trecho da notícia:

…Fernando Hamasaki de Amorim, da Locaweb, já está com sua palestra pronta e aguardando. “Transformando código aberto em um projeto comercial” às 20h na sala 41E de hoje.

Fernando pretende apresentar um estudo de caso onde ele irá relatar os desafios e dificuldades, vantagens e desvantagens em utilizar código aberto para criar um novo sistema. “Vou falar também de códigos aberto em detalhes e mostrar como se ganha dinheiro com software livre. O código é aberto, mas alguém ganha com isto”, explicou. Mais detalhes vale a pena conferir a palestra de Fernando.

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Para ver a notícia completa, acesse o link abaixo:
http://softwarelivre.org/fisl11/noticias/sala-de-recepcao-dos-palestrantes-esta-lotada

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[fisl11] Slides da apresentação Locaweb + Spree: transformando código aberto em um projeto comercial

22, julho, 2010

Veja os slides da palestra “Locaweb + Spree: transformando código aberto em um projeto comercial” que foi apresentada em 21/07/2010 no fisl11.

Agradeço a todos que estiveram presentes.

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[RailsConf 2010] Agilidade com estações de pareamento na Pivotal Labs

13, julho, 2010

Ian McFarland, VP de Tecnologia da Pivotal Labs, uma empresa de desenvolvimento especializada em desenvolvimento ágil, apresentou na RailsConf 2010 a maneira de como eles aplicam metodologias ágeis no dia-a-dia na palestra Agile the Pivotal Way.

Um grande diferençal relacionado a programação pareada são as estações de pareamento, onde não há uma máquina específica para cada desenvolvedor.

Na Locaweb, temos duas equipes utilizando estações de pareamento e ainda estamos nos adaptando às mudanças que isso traz, tanto em relação ao lado operacional como na parte comportamental da equipe.

Vamos ver alguns pontos interessantes sobre isso da apresentação.

O dia na Pivotal Labs começa com todos os funcionários tomando café juntos e em seguida é feita a reunião diária (stand up meeting) de todas as equipes juntas. Um projetor exibe quem está trabalhando em cada equipe durante aquela semana.

Após isso, cada equipe faz sua reunião diária e iniciam o desenvolvimento em pares.

As estações de pareamento são equipadas com um monitor grande, dois teclados e dois mouses. Além disso, notebooks pessoais não são permitidos nessas estações.

Caso algum desenvolvedor deseje acessar e-mails ou outras coisas pessoais, pode fazê-lo na estação de e-mail, um computador compartilhado que fica em uma mesa mais alta, sem cadeira, para as pessoas utilizarem em pé.

Outra coisa interessante que ajuda no desenvolvimento pareado é a área de trabalho da empresa. Ela é ampla, com espaço para as pessoas se movimentarem, monitores de integração contínua visíveis, Product Owners pertos das equipes e acessíveis, uma biblioteca com livros impressos e digitais. Além disso, há uma área de recreação (longe da área de trabalho) com mesas de ping pong.

A Pivotal Labs tem uma mentalidade de manter os desenvolvedores felizes, pois isso aumenta a produtividade do trabalho e há um maior interesse das pessoas em buscar inovações. Tanto que às quarta-feiras são realizadas as Tech Talks, apresentações realizadas pelos próprios desenvolvedores e que são gravadas e compartilhadas no site da empresa.

Não existem times especializados, então há uma troca de desenvolvedores entre equipes. Por exemplo, não existem um papel de Q.A. (Quality Assurance).

As equipes são formadas por no máximo três pares, com uma rotação constante entre os desenvolvedores para a comunicação entre eles se manter ativa. Mais que três pares por equipe se torna inviável, pois aumenta a quantidade de combinações entre os desenvolvedores e consequentemente nem todos ficam sabendo de tudo sobre o projeto.

Para essa rotação funcionar, as máquinas de pareamento possuem uma configuração padrão para cada o projeto. Isso é essencial para não haver perda de tempo. Quando os projetos são finalizados, as estações de pareamento são remanejadas para outros projetos.

Em geral, o desenvolvimento na Pivotal Labs é 100% pareado, inclusive quando há a necessidade de se realizar pesquisas na Internet ou documentações.

Eu perguntei se havia espaço para home-office e o Ian respondeu que isso somente acontece em casos muito específicos, acabando não sendo uma opção da empresa. Inclusive, todas as pessoas trabalham no mesmo horário.

Nessa palestra teve muito mais coisas interessantes, como:

  • Os benefícios da programação pareada
  • A importância de testes automatizados
  • Ferramentas para facilitar a comunicação
  • Interação entre clientes e desenvolvedores
  • Eventos regados à comida, como o café da manhã e celebração de conquistas
  • Como eles contratam novos desenvolvedores
  • A importância de segurar bons desenvolvedores na empresa
  • As filials da Pivotal Labs
  • Mais sobre agilidade e seus benefícios

Se você é adepto de metodologias ágeis ou está interessado em saber como isso funciona através de um caso real, recomendo que você assista a reprise da palestra da RailsConf 2010 que o Ian fez na Tech Talk.

Os slides da apresentação você pode baixar aqui.
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Post original:
http://blog.locaweb.com.br/archives/3983/railsconf-2010-agilidade-com-estacoes-de-pareamento-na-pivotal-labs

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[fisl11] Confirmadas data e hora da palestra Locaweb + Spree

12, julho, 2010

Está confirmada data, hora e sala da minha palestra “Locaweb + Spree: transformando código aberto em um projeto comercial” no fisl11.

A apresentação será no dia 21/07 às 20h na sala 41-E fisl 5.

Veja também:

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[fisl11] Minha proposta de palestra foi aceita

21, junho, 2010

Nos dias 21 a 24 de julho, será realizado em Porto Alegre o fisl11, o 11º Fórum Internacional de Software Livre.

O FISL é o maior evento de software livre da América Latina e a edição do ano passado atingiu a marca de 8.244 participantes.

Entre os assuntos que serão abordados, estão:

  • Linux, Ubuntu, KDE, BSD
  • Desenvolvimento em Ruby, Java, PHP, Python, Perl e Smalltalk
  • Desenvolvimento de Jogos, Multimídia e Streaming
  • Gerenciamento de Dados (SGBD, Storage, backup…)
  • Hardware, Sistemas Embarcados e Robótica
  • Segurança
  • Software livre e negócios
  • Educação e Inclusão Digital

Minha proposta de palestra “Locaweb + Spree: transformando código aberto em um projeto comercial” para o fisl11 foi aceita.

Segue o resumo da palestra:

Os desafios, benefícios, dificuldades e lições aprendidas que a equipe de desenvolvimento de SaaS da Locaweb teve na utilização do Spree, uma plataforma de comércio eletrônico de código aberto, como base de seu novo sistema de loja virtual multi-usuário, desenvolvido em Ruby on Rails. O poder e o dinamismo do Ruby tiveram destaque, com grande utilização de metaprogramação nas extensões do Spree.

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Jim Webber faz consultoria na Locaweb

5, maio, 2010

Jim Webber possui uma vasta experiência em arquitetura e desenvolvimento de Web Services. Atualmente está trabalhando na ThoughtWorks de Londres e finalizando seu novo livro REST in Practice: Hypermedia and Systems Architecture, que tem previsão de publicação para setembro desse ano.

Durante toda essa semana, ele está na Locaweb prestando consultoria para as equipes de tecnologia da empresa.

Eu e Jim Webber na Locaweb

Ontem foi a vez da equipe de SaaS, a qual eu faço parte. Mostramos a ele nossos sistemas, arquiteturas, tecnologias, formas de trabalho, desafios, etc. Também falamos dos nossos problemas atuais e, é claro, fizemos um monte de perguntas.

O Jim nos ajudou com algumas dúvidas e nos propos vários soluções e caminhos que podem ser tomados. Ele é um cara bastante extrovertido e simpático. Passamos o dia todo conversando e foi uma experiência muito boa para toda a equipe.

Eu particularmente tive um desafio pessoal, pois apresentei ao Jim o atual projeto de Comércio Eletrônico que estamos desenvolvendo. Foi minha primeira apresentação em inglês e logo para um renomado expectador. Bom, pelo feedback dos meus companheiros de equipe, e do próprio Jim, tudo ocorreu bem.

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fisl10 - Por que Python?

6, julho, 2009

O palestrante Marco André Lopes Mendes iniciou a apresentação dizendo que iria tentar convencer quem estava assistindo a usar Python.

Ele mostrou dez razões (que viraram doze) para aprender Python.

Leia mais…

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fisl10 - TDD e Rails: Mais rápido, mais forte e melhor

30, junho, 2009

A primeira apresentação que assisti no fisl10 foi muito boa. Lucas Húngaro mostrou formas de criar aplicações Ruby on Rails com testes, passando um pouco da sua experiência em desenvolvimento Web.

Lucas Húngaro

A palestra foi dividida em quatro partes: Fundamentos, Abordagens, Como eu desenvolvo com testes no Rails e Dicas. Mas separei aqui em mais duas: Boas Práticas e Maus Sinais.

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Frameworks e DDD: Mantendo o modelo limpo, por Tim McCarthy

2, maio, 2009

“Frameworks and DDD: Keeping the Model Clean” foi mais uma das apresentações que assisti na QCon San Francisco 2008, em que Tim McCarthy mostrou algumas técnicas para desacoplar o modelo de domínio da infra-estrutura da aplicação e ainda sim continuar usando recursos de frameworks em .NET.

Tim McCarthy é autor de .NET Domain-Driven Design with C#: Problem - Design - Solution, um livro que propõe mostrar os passos da implementação de uma aplicação real utilizando DDD. O livro é dividido em módulos, cada um identificando um problema, elaborando o design e implementando a solução.

A idéia é sempre deixar o domínio intacto, somente com o código do coração do software. Se você utilizar as famosas ferramentas de “arrastar e soltar”, vai poluir as entidades do domínio com código de infra-estrutura.

Quando falou a respeito do ADO.NET Entity Framework, o novo framework de mapeamento objeto-relacional da Microsoft, Tim se expressou indignado: “Oh, my God!”. Segundo ele, arrastar e soltar tabela por tabela do seu banco de dados, deixando o Visual Studio gerar um monte de código para você é algo não muito bom para se fazer.

Essas ferramentas de geração de código podem ser uma armadilha para desenvolvedores inexperientes. Para sistemas pequenos, sem grandes pretensões, isso pode ser uma solução rápida e que atende sua necessidade. Mas para grandes aplicações é preciso se concentrar no domínio e eliminar qualquer código que polua suas entidades de negócio.

Não é uma boa idéia criar um modelo de domínio fazendo a relação de uma entidade por tabela no banco de dados. As tabelas do banco de dados pertencem à infra-estrutura do sistema. O seu modelo de domínio deve ser rico e refletir seu negócio, o mais próximo da realidade possível. A partir do seu modelo de domínio é que você constrói uma infra-estrutura de persistência de dados.

A apresentação de Tim McCarthy foi repleta de exemplos reais (e rodando) de código. Num deles, mostrou uma classe de entidade do domínio onde havia uma referência using para o namespace Microsoft.SharePoint. Esse foi um tipico exemplo de entidade de negócio poluída.

Também tivemos um exemplo de utilização de repositórios (Repository), que segundo Tim, são um tipo de abstração da persistência, comparando-os como um tipo de coleção de dados, onde é possível listar, inserir, alterar e remover seus itens. Ele enfatizou que o classes do modelo de domínio podem usar repositórios, mas elas devem estar ligadas somente às interfaces dos repositórios, não acopladas às suas implementações.

Outra parte “prática” da apresentação foi a utilização de injeção de dependência (Dependency Injection) de repositórios nas classes de serviço e alteração do tipo de persistência via arquivo de configuração.

Tim também mostrou a implementação de uma unidade de trabalho (Unit of Work), onde a mesma não conversava diretamente com a base de dados.

A apresentação excedeu 10 minutos do tempo previsto, pois tinha muito código interessante a ser mostrado. Isso só acabou instigando a dar uma olhada no seu livro, que vem com o código fonte de todos os passos de construção de uma aplicação em .NET aplicando os padrões de DDD.

Só não esqueça que todo esse código somente vai poder lhe ajudar se você definir bem seu modelo de domínio, consistente e conciso com a realidade do seu negócio.

Você pode assistir à palestra no site da InfoQ:
http://www.infoq.com/presentations/Clean-Model-Tim-McCarthy

Baixe também os slides da apresentação em PDF neste endereço:
http://qconsf.com/sf2008/file?path=/qcon-sanfran-2008/slides//TimMcCarthy_DotNet_Domain_Driven_Design_With_CSharp.pdf
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Post original:
http://tecblog.locaweb.com.br/2008/11/24/qcon-frameworks-and-ddd-keeping-the-model-clean

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10 maneiras de melhorar seu código, por Neal Ford

23, abril, 2009

Vou aproveitar o embalo do post sobre Automatização que o Erich colocou no blog de Tecnologia da Locaweb, onde ele fala que Neal Ford, no seu último livro “The Productive Programmer“, escreveu um capítulo inteiro sobre o assunto.

No último mês de novembro, estive na QCon San Francisco 2008 e tive o privilégio de assistir à palestra
“10 Ways to Improve Your Code”
apresentada por Neal Ford.

São elas:

  1. composed method
  2. test-driven development, test-driven design
  3. static analysis
  4. good citizenship
  5. yagni: you ain’t gonna need it
  6. question authority
  7. slap: single level of abstraction principle
  8. polyglot programming
  9. every nuance
  10. anti-objects

Você pode assistir à palestra que agora está disponível no site da InfoQ:
http://www.infoq.com/presentations/10-Ways-to-Better-Code-Neal-Ford

Baixe também os slides da apresentação em PDF neste endereço:
http://qconsf.com/sf2008/file?path=/qcon-sanfran-2008/slides//NealFord_10_Ways_to_Improve_Your_Code.pdf

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